Mosteiro de Santa Clara / Mosteiro de Nossa Senhora Conceição
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Portugal, Ilha da Madeira (Madeira), Funchal, Funchal (São Pedro) |
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Arquitectura religiosa, manuelina, maneirista e barroca. Convento manuelino, profundamente reformulado em estilo maneirista e barroco. Mantém alguns elementos da primitiva estrutura, como portal da inicial capela, o panteão dos Câmaras, as arcarias e o piso térreo dos claustros. A igreja, de planta longitudinal e nave única, é revestida a azulejos maneiristas de "tapete", com o característico enquadramento dos elementos arquitectónicos e a divisão em 2 andares, com padrão no 1º e enxaquetado compósito no 2º; a decoração dos caixotões do tecto é também maneirista. |
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Número IPA Antigo: PT062203080005 |
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Registo visualizado 3024 vezes desde 27 Julho de 2011 |
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Edifício e estrutura Edifício Religioso Convento / Mosteiro Mosteiro feminino
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Descrição
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Planta composta irregular, com quadrado centrado por claustro, igreja longitudinal com nave única e capela-mor rectangulares a N., sacristia também a N., alongamento dos braços para N., O. e S., e cerca delimitada por muros altos. Grande massa de volumes horizontais, excepto na alta torre quadrada, com cúpula oitavada decorada com azulejos; coberturas diferenciadas em telhados de 1, 2, 3 e 4 águas. Portal da igreja em mármore, com 2 arquivoltas de arcos quebrados e 4 altas janelas com volantes de guilhotina iluminando a nave e 1 a capela-mor. No interior a nave é revestida a azulejos de tapete e tem tecto de madeira em caixotões pintados com "brutescos" e tirantes de ferro; parede de fundo com largos janelões duplamente gradeados, um no coro-baixo e 2 no de cima; no lado do Evangelho 2 portas, uma pública, com guardavento de madeira e outra, privada, de acesso ao convento, púlpito entalhado com baldaquino e um altar de talha dourada e policromada, com tela central; no lado da Epístola 2 portas para os claustros, 2 confessionários embutidos e 2 altares idênticos ao anterior; arco triunfal encimado por frontão de talha com crucifixo e 2 altares laterais com frontão mais elaborado e tela pintada. Na capela-mor, retábulo de talha policromada com duplas colunas emoldurando tela com a Imaculada Conceição, ladeada por imaginária sobre peanha e com coruchéu; do lado da Epístola, grade de comunhão, com portinhola central e acesso aos claustros; do lado do Evangelho, acesso à sacristia, com arcaz de alçado marmoreado, mesa de actos e cadeiras "Chipendalle". O coro-baixo tem chão de azulejos mudéjares e tijoleira, cadeiral entalhado e policromado a correr aos lados, com assentos móveis e espaldares decorados por querubins, cadeira da madre superior independente e amovível, e na parede de fundo altar; nas paredes pinturas sobre tela. O coro-alto possui chão coberto por azulejos mudéjares relevados verdes com um painel de policromados ao centro; paredes cobertas a azulejos enxaquetados azul e branco, e tecto de caixotão com tirantes de madeira com decoração mudéjar; cadeiral de madeira com pilastras oitavadas intermédias e bancos amovíveis e 2 altares, na parede de fundo, de talha dourada, com pinturas laterais sobre madeira, com nicho e sobrecéu entalhado e pintado; à direita, outro de madeira pintada com marmoreados, com um "Ecce Homo" central pintado sobre papel e protegido com vidro. Paredes com pinturas sobre tela e madeira e imaginária. Fachada do convento de 2 pisos separados por friso, com átrio aberto por 2 arcos plenos, ladeados por 3 portas e definindo entre si um nicho com a imagem da padroeira. No 2º piso, 4 janelas de guilhotina com lambrequins de madeira pintados a verde; as cantarias das portas e janelas boleadas. Este adro dá acesso a sala, lajeada e com tecto de caixotão pintado, onde se situa a antiga capela da Anunciação e o acesso à "lojea" do edifício residencial das religiosas, para O. e N. e às dependências de acesso público, para S., onde funciona a creche. O acesso ao pátio grande, a S. / O. é feito por duplo alpendre, com o piso térreo com colunas de madeira assentes em bases oitavadas de cantaria, onde se situa a capela de São Domingos de Amarante e os acessos aos coros de baixo e de cima. O convento articula-se pela torre, definida internamente por cunhais de cantaria e na base da qual existem os acessos aos coros e, na sua sequência, aos claustros, com jardim de laranjeiras, um piso inferior com arcos quebrados e um eirado superior de tijoleira delimitado por balaustradas de madeira. Os claustros são rematados a S. por 2 capelas, com alpendre e a N. por 7 arcos quebrados de cantaria, assentes em colunas oitavadas e sobre os quais correm as antigas selas das professas, com estreita varanda de sacada e grade de madeira. |
Acessos
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Funchal (São Pedro), Calçada de Santa Clara e do Pico, Rua das Cruzes. |
Protecção
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Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto nº 32 973, DG, 1.ª série, n.º 175 de 18 agosto 1943 |
Enquadramento
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Urbano, destacado, em elevação, murado, com a igreja protegida por terreiro gradeado, com chafariz integrado no muro para a R. das Cruzes. Articula-se para N. com a Quinta das Cruzes (v. PT062203080020) e para S. com a Casa-Museu Dr. Frederico de Freiras, cuja secção de azulejaria ocupa parte da cerca. |
Descrição Complementar
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Junto ao portal, nasce o muro do convento, correndo para N. e ligando-se a uma pequena casa de serviços e ao muro que contorna a cerca para N. e para O., totalmente cego. A entrada do convento faz-se junto ao adro, por portal de cantaria rija regional, encimado por frontão, cruz e com as armas da Ordem. Interiormente define um pátio calçado com calhau rolado miúdo, com acesso à igreja por alpendre, à cerca e ao edifício de serviços para N. por outro portal, em cantaria regional, encimado por frontão de alvenaria. Ao centro do coro-baixo, modelo de madeira do antigo carneiro da sepultura do 1º capitão do Funchal e à direita, vitrina com a imagem do Senhor dos Passos. Existem ainda as capelas da Anunciação, no átrio de entrada, com altar de 3 corpos entalhados, dourados e policromados, a emoldurar pinturas sobre madeira; a capela de São Domingos de Amarante, no topo do alpendre de acesso aos coros, com um painel de azulejos de majólica, paredes revestidas a azulejos, tecto de caixotão oitavado, com réguas de talha e altar de talha dourada e policromada, com telas; a capela da Ressurreição, no canto S. / O. do claustro, com largas portadas de madeira articuladas, paredes revestidas a azulejos, tecto oitavado de caixotão assente em pendentes, com os painéis pintados com brutescos e altar de talha dourada e policromada a emoldurar pinturas sobre tela. A capela no canto S. / E., serve de arrecadação, mas mantém magníficas portadas articuladas com almofadas entalhadas. Ainda possui o convento outros altares e oratórios, como 2 no braço N. do claustro e outro no alpendre de acesso ao coro de cima. |
Utilização Inicial
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Religiosa: mosteiro feminino |
Utilização Actual
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Religiosa: mosteiro feminino / Educativa: jardim de infância / creche |
Propriedade
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Pública: estatal |
Afectação
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Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria |
Época Construção
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Séc. 16 / 17 / 18 / 19 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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PINTOR: Diogo de Contreiras; Fernão Gomes; Martim Conrado; Mestre de Ferreirim; Nicolau Ferreira. ENTALHADOR: Estêvão Teixeira de Nóbrega; Manuel Pereira. PRATEIRO: António Araújo; António Neto; António Soares. |
Cronologia
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Séc. 15 - construção da capela da Conceição, dita "de cima" de que resta o portal; 1470, cerca - enterramento de Martim Mendes de Vasconcelos num carneiro ali construído; 1480, 11 Setembro - 2º capitão, João Gonçalves da Câmara, compra a Rui Teixeira e Branca Ferreira propriedade do Curral para o futuro convento; 1488, 17 Julho - D. Manuel informa do breve que autoriza a sua construção; 1492 - início das obras sob orientação de D. Constança de Noronha; 1495, 1 Abril - breve do papa Alexandre VI referindo as celas prontas; 1527, 3 Janeiro - contrato com Gomes Annes e o bacharel Lopo Dias para a construção de um aqueduto do Pico dos Frias; 1530, cerca - feitura de altar, de que restam 2 tábuas com imagens de Santo António e do arcanjo São Miguel, atribuídas ao mestre de Ferreirim; 1550 - construção de altar, de que resta uma Assunção da Virgem, atribuível a Gaspar de Contreiras; 1566, Outubro - ataque dos corsários franceses ao Funchal e fuga das freiras para o Curral; 1578, 25 Outubro - contrato das freiras cedendo dois terços das "suas" águas com os co-proprietários da quinta: Francisco, Gaspar e Diogo Frias; 1590, cerca - construção do altar do coro-baixo com pintura atribuível a Fernão Gomes; Séc. 17, inícios - construção do altar entalhado do coro de cima; 1620 - data provável do óleo atribuído a Gaspar Contreiras e existente no coro-baixo; 1641 - data do óleo do antigo altar de Santo António; 1650 - construção da capela de São Domingos de Amarante decorada pelo entalhador Manuel Pereira e pintor Martim Conrado; Séc. 17, meados - organização do arquivo do convento pelo Dr. Sebastião de Teive; 1661 - encomenda de um sacrário ao prateiro Simão Lopes; 1664 - protesto das freiras pelo desvio da "sua água"; 1667 - obras nos coros e colocação dos azulejos na nave da igreja; 1671, 12 Agosto - obras no altar-mor para instalação do sacrário de prata feito pelos prateiros António Araújo, António Neto e António Soares pelo entalhador Manuel Pereira; 1720 - o convento possuía 170 freiras professas, 100 educandas, "além das servas para o serviço comum e particular", que se repartiam por 12 dormitórios; 1733 - data do retábulo de relíquias dos claustros; 1736 - data do cadeiral de baixo e da cadeira do prelado; 1759 - data da cruz de cantaria num nicho do claustro; 1764 - proibição de entrada de noviças e controlo dos bens de raiz pelo governo; 1769, 22 Fevereiro - mudança do túmulo de Zarco da capela-mor para o coro de baixo; 1793 - existiam 63 religiosas, pelo que se pediu ao rei a entrada de 17 noviças; 1796, 22 Março - o número de religiosas não chegava a 80; Séc. 18, finais - execução dos altares da igreja e do púlpito atribuíveis ao mestre entalhador Estêvão Ferreira de Nóbrega; feitura do órgão positivo para o coro-baixo, por organeiro de origem italiana; 1797 a 1799 - pinturas de Nicolau Ferreira na nave; 1807, 26 Dez. - transferência das freiras da Encarnação para Santa Clara, para instalação das forças inglesas; 1821 - extinção dos conventos; 1890, Nov. - morte da última freira, mas ainda ali ficando a residir algumas "pupilas"; 1896 - entrega do convento à Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria; 1910 - saída das Irmãs Missionárias; 1912, 31 Outubro e 1913, 22 Setembro - decretos de cedência das instalações à Câmara Municipal do Funchal, Santa Casa da Misericórdia e Auxílio Maternal; 1917, 12 Dezembro - submarino alemão bombardeia o Funchal, atingindo a igreja, cuja capela-mor fica parcialmente destruída; 1927, 25 Janeiro e 12 Junho - cedência do convento à Associação Auxiliar das Missões Ultramarinas para instalação de um colégio missionário; 1928 - regresso das Irmãs Missionárias; 1940, 26 setembro - publicação de Decreto nº 30 762, no DG, 1.ª série, n.º 225, determinando a classificação da Igreja e todas as dependências existentes no Mosteiro de Santa Clara como Monumento Nacional; 01 novembro - publicação do Decreto nº 30 838, DG, 1.ª série, n.º 254, suspendendo o decreto n.º 30 762, de 26 de setembro do mesmo ano, relativamente à classificação de imóveis de propriedade particular; 1951 - exposição de ourivesaria sacra no Convento, com vista ao futuro acervo do Museu de Arte Sacra; 1954 - exposição de esculturas religiosas; 1958 - transformação em Colégio Missionário Ultramarino do Funchal; 1962 - incêndio destroi 2 grandes salas na ala frente à Cç. de Santa Clara e pátio interior; 1997 - cedência de uma parte da cerca para instalação da secção de azulejos da Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas; 2001, Janeiro - levantamento para elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN (não executado); 2018, 07 dezembro - o Governo Regional, através da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, abre concurso, por 1,2 milhões de euros, para a obra de beneficiação global das áreas visitáveis da Igreja e Convento de Santa Clara; o prazo de execução da obra será de 16 meses. |
Dados Técnicos
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Sistema estrutural de paredes portantes. |
Materiais
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Cantaria mole e rígida regional aparente, alvenaria de cantaria regional rebocada, mármore, madeira (carvalho, til, pinho de Riga e outras), amarrações mistas de tirantes de madeira e de ferro, telha meia cana, vidro, prata, azulejos, talha dourada e policromada, pinturas sobre madeira e sobre tela, e esculturas de madeira e de barro, alumínio, zinco, betão. |
Bibliografia
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A Freguesia de São Pedro do Funchal, idem, 2 Fev., 2 Mar. e 6 Abr. 1986; CARITA, Rui, História da Madeira, 1, 2, 3 e 4º vols., Funchal, 1989, 1991, 1992 e 1996; CARITA, Rui e TRUEVA, José Manuel de Sainz, Itinerário Cultural do Funchal, Funchal, 1997; CLODE, Luiza, Santa Clara, Madeira Holidays, nº 4, Funchal, Outono de 1987, pp. 228 a 237; CORDEIRO, Pe. António, História Insulana, Lisboa, 1717, Ponta Delgada, 1981; FREITAS, Paulo de, Azulejos na Madeira, Islenha nº 4, Jan. / Jun. 1989, pp. 25 a 34; MELO, Luís Francisco Cardoso de Sousa, Arquivo Histórico da Madeira, vol. 16, Funchal, 1973; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1955, Lisboa, 1956; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957; NORONHA, Henrique Henriques de, Memórias Seculares e Eclesiásticas...1722, Funchal, 1997; O Convento de Santa Clara. Contratos agrícolas (Sécs. XV a XIX), Atlântico, nº 16, Inverno de 1988, pp. 294 a 303; O Convento de Santa Clara no Funchal, Funchal, 1991; Órgãos em livro, in Diário de Notícias, 26 Setembro 2004; Ourives madeirenses do século XVII, idem, 25 Mar.; SILVA, Pe. Fernando Augusto da, Elucidário Madeirense, 3 vols., Funchal, 1946; SIMÕES, J. M. Santos, Azulejaria dos Açores e da Madeira, Lisboa, 1963; SOUSA, João José de, O convento de Santa Clara e a zona urbana envolvente, Diário de Notícias do Funchal, 4 Mar. 1984; VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal, vol. II, Braga, 1990. |
Documentação Gráfica
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DGPC: DGEMN:DSID, DGEMN:DRML; Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (planta do Funchal de Mateus Fernandes, 1567); Arquivo Geral de Simancas (desenhos de 1582); mapoteca do IGC (planta do Funchal de Reinaldo Oudinot, 1804), Lisboa; gravuras e litografias de viagem várias (Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas, Museu da Quinta das Cruzes e col. particulares); GEAEM (Arma de Engenharia), Lisboa; GR / Equipamento Social e DRAC, Funchal |
Documentação Fotográfica
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DGPC: DGEMN:DSID, Carta de Risco, DGEMN:DRML; Museu Vicentes Photographos e DRAC, Funchal |
Documentação Administrativa
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DGPC: DGEMN:DRML; AN/TT, Convento de Santa Clara do Funchal; ARM, Convento de Santa Clara, AHMF (Antigo Tribunal de Contas), Extinção dos Conventos; AE da Diocese do Funchal (vários núcleos); GR (Sec. Eq. Social e DRAC), Funchal |
Intervenção Realizada
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DGEMN: 1940 / 1950 - obras de restauro com a demolição das capelas do claustro, para colocação à vista da arcaria original, e outras; 1944 - início do restauro da galeria gótica do convento; 1954 - conclusão da 1ª fase do restauro da galeria; 1955 - início da 2ª fase de restauro da galeria: pavimentação de soalho, picagem do reboco, rebocamento e caiação; 1956 - obras de conservação do claustro; 1958 - obras de conservação da igreja: apeamento e reassentamento do lambril de azulejos; cobertura; 1959 - substituição e reparação da cobertura; obras no claustro; consolidação dos painéis de azulejos da igreja; 1961 - restauro de cantarias na arcaria do claustro; revestimento dos tectos a madeira; 1962 - restauro dos telhados do coro; reconstrução da cobertura do dormitório; 1963 - reconstrução do pavilhão do dormitório; 1965 - restauro da cobertura e tectos do pavilhão do refeitório da Casa do Retiro e da sala de aulas da classe infantil; 1966 - remodelação e restauro da cobertura, pavimentos e tectos do pavilhão de aulas da zona central do convento; 1967 - arranjo da cobertura; 1968 - conservação no colégio missionário; 1970 - reconstrução do tecto do dormitório; 1971 / 1972 - remodelação e conservação do pavilhão da ala poente; 1973 - arranjos provisórios do telhado no dormitório das freiras; 1974 - consolidação e reconstrução do muro da cerca voltado àCç. de Santa Clara; 1975 - revisão da cobertura na zona dos dormitórios; 1976 - trabalhos de conservação interior; 1977 - reconstrução total do alpendre e varanda junto ao pátio S. do convento; 1978 - recuperação dos suportes do piso do coro de cima com destruição parcial do pavimento primitivo do coro de baixo, posteriormente reposto com o apoio do Museu do Azulejo e elementos provenientes da Sé Velha de Coimbra; reconstrução do muro da cerca; DRAC / Museu de Arte Sacra: 1980 - restauro da colecção de pintura (ainda em curso); DGEMN: 1981 - recuperação do coro-baixo e do cadeiral ali existente; 1983 - reparação da Capela de São Domingos; reparação das coberturas da cozinha e do alpendre anexo; 1984 - pintura do tecto da Capela de São Domingos; beneficiação da cobertura do claustro; 1985 - impermeabilização e reparação de algerozes; 1987 - restauro do cadeiral do coro de baixo; DGEMN / DRAC: 1990 - restauro dos tectos das capelas de São Domingos de Amarante e da Ascensão do Senhor; 1997 - conservação das coberturas, dos paramentos e torre sineira; consolidação dos arcos do pátio poente e recuperação das paredes interiores da capela E. / S. do claustro; DF / Museu de Arte Sacra: 1997 - desdobramento das pinturas do altar de Santo António (do coro-baixo) com colocação a descoberto dos esboços iniciais (agora do Museu de Arte Sacra); DGEMN: 2000 - acompanhamento técnico nas obras de restauro das coberturas; DRAC: 2001 - conservação e caiação dos exteriores do núcleo S. e E; DGEMN / DRAC: 2003 / 2004 - recuperação e impermeabilização das coberturas da portaria; DRAC: restauro do cadeiral do coro de baixo, repavimentação de capela do claustro, recuperação das caixilharias da torre, abertura de portão no muro norte para acesso de viaturas de emergência. |
Observações
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Autor e Data
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Rui Carita 1998 |
Actualização
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Ângelo Silveira 2004 |
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