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Conjunto arquitetónico Edifício e estrutura Saúde Termas
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Descrição
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Complexo termal constituido pelo balneário, a colunata, os edifícios de hotel e o parque. BALNEÁRIO de planta rectangular composta por três corpos rectangulares, com um central, de dois pisos, e os laterais de um piso, em disposição simétrica. Volumes articulados com coberturas escalonadas em telhados de quatro águas, e rematados em beirada simples com fachadas rebocadas e pintadas. Fachada principal voltada a SE. desenvolvida simetricamente em três panos, o central e os dos extremos levemente salientes, rasgada regularmente por vãos. O pano central, com dois pisos, é rasgado, no nível do piso térreo, por portal ladeado por duas janelas, de verga recta; no segundo piso, abrem-se três pequenas janelas em arco de volta perfeita. Os corpos intermédios possuem cinco janelas em arco de verga abatida. Na fachada lateral N, adossa-se um torreão. INTERIOR com vestíbulo central de distribuição para as áreas de tratamentos. COLUNATA composta por galeria semicircular e construções com diversas funções, incluindo a COPA, construída junto à nascente localizada na escarpa rochosa. |
Acessos
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Vilar da Veiga, Avenida Manuel Francisco da Costa |
Protecção
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Inexistente |
Enquadramento
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Rural, isolado, na proximidade do Hotel Águas do Gerês (PT010310170023). |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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Saúde: termas |
Utilização Actual
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Saúde: termas |
Propriedade
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Privada: pessoa colectiva |
Afectação
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Sem afectação |
Época Construção
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Séc. 18 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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ARQUITETO: Raul Lino, Jorge Sodré de Albuquerque (1998), Ana Almeida (1998); ENGENHEIRO: Manuel da Terra Viana. |
Cronologia
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Séc. 17 - provável existência de uma penha com cinco bicas de água; séc. 18 - o Rei D. João V promoveu a construção de edifícios para banhos (abrigos de cobertura cónica para diferentes poços); 1886/1887 - o médico Ricardo Jorge interessou-se por estas águas minerais e publicou diversos livros acerca da eficácia destas águas; início da construção do primeiro edifício termal do Gêres; 1888 - visita de D. Luiz I e D. Maria Pia, D. Carlos I e D. Amélia; 14 agosto - data de concurso publicado no Diário do Governo para a concessão das águas, tendo sido adjudicado contrato provisório pelo prazo de 50 anos; 1896 - achados arqueológicos da civilização romana confirmam exploração das águas minerais do gêres; a exploração das águas foi concessionada à Empresa das Águas do Gerês; 1897 - construção dos balneários; 1899 - abertura dos novos balneários para diferentes classes; 1924/1928 - projetos de melhoramento urbano, com a edificação de um passeio coberto em galeria (composto por oito lojas, casa de fresco, copa e terraço), uma nova capela, novo arruamento e jardim junto ao rio; 1970 - projetos de ampliação dos balneários e construção da piscina exterior; 1998 - novo contrato de exploração com a empresa das Águas do Gêres; trabalhos de reconversão urbana, recuperação de instalações balneares e hoteleiras; 2004, 7 julho - despacho de abertura do Presidente do IPPAR; 2009, 23 outubro - caduca o processo de classificação conforme o Artigo n.º 78 do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, n.º 206, alterado pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251 de 28 dezembro 2012, que faz caducar os procedimentos que não se encontrem em fase de consulta pública. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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http://www.aguas.ics.ul.pt/braga_geres.html, 8 outubro 2012. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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DGPC: SIPA |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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2012 - remodelação do hotel. |
Observações
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EM ESTUDO |
Autor e Data
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Sónia Basto 2012 |
Actualização
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