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Edifício e estrutura Edifício Transportes Apeadeiro / Estação Estação ferroviária
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Descrição
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Acessos
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Castanheiro |
Protecção
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Inexistente |
Enquadramento
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Ribeirinho, isolado. Um pouco afastado da estação, implanta-se a E. o antigo bairro dos ferroviários. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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Transportes: estação ferroviária |
Utilização Actual
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Transportes: estação ferroviária |
Propriedade
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Pública: estatal |
Afectação
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Sem afetação |
Época Construção
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Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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1926 - servia os concelhos de Vila Flor, Carrazeda de Ansiães e São João da Pesqueira, e era testa de linha da Companhia Nacional para Bragança, o que lhe dava grande importância; expedia principalmente vinho, madeira, azeite, cortiça e gado, sobretudo para o Porto, Gaia e Régua, numa média anual de 140 toneladas em g.v. e 2.600 em p.v., recebendo dessas estações principalmente 160 toneladas em g.v. e 14.000 em p.v. de géneros de praça, cascos vazios, etc.; tinha o movimento médio anual de 15.000 passageiros, especialmente para o Porto, Régua, Lisboa, Pinhão e Ferradosa; como estação de transmissão, expedia anualmente a média de 450 toneladas em g.v. e 21.400 em p.v., recebendo 1.040 em g.v. e 8.700 em p.v., sobretudo, madeira, cortiça, vinho, azeite, adubos, etc., sendo de 22.000 o número de passageiros; 1929 - era uma estação de transbordo para o caminho de ferro da Foz-do-Tua a Bragança, explorado pela C.N., sendo uma das piores estações da linha do Douro; a largura do terrapleno em que assentava a estação era muito pequena, uns cinquenta metros; de um lado ficava o alto talude de uma trincheira e, do outro, um aterro que descia para o leito do rio; entre a estação e o rio passava uma estrada; segundo um relatório, parecia ser muito difícil, sem prejudicar ainda mais o embarque do serviço da estação, fazer todo o alargamento para o lado da encosta; precisava-se escavar a trincheira, de xistos compactos, o que era trabalho muito dispendioso devido ao volume a escavar ser considerável; o alargar só para o lado do rio, por meio de um aterro e muros de suporte, não dava espaço suficiente, porque o Douro corria muito próximo e não convinha estrangular mais o vale naquele ponto; apontava-se assim a velha solução de escavar do lado da trincheira e aterrar do lado do rio, aproveitamento a pedra e entulhos proveniente do desmonte para construir o muro de suporte e aterro; desse modo, podia-se obter um alargamento de 30 a 40 m na extensão suficiente para as linhas da estação; os trabalhos exigiam um acordo prévio com a C.N., com a Junta Autónoma das Estradas e com a Direcção dos Serviços Hidráulicos; a estimativa era de 2.100 contos: escavações na rocha - 240 contos, muro de suporte e aterro e desvio da estrada - 1.060, linhas - 140, ampliações do cais e armazéns - 10, plataformas - 140, ampliações do edifício - 150, sinalização - 100, apetrechamento (básculas, etc) - 40, vedação - 20, trabalhos diversos e imprevistos - 200; 2016 - CP decide vender a locomotiva histórica estacionada na estação do Tua a um estrangeiro, decisão que gera alguma polémica; 11 março - o presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães pede ao governo que exija a reversão do processo de venda da locomotiva. |
Dados Técnicos
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sistema estrutural de paredes autónomas. |
Materiais
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Estrutura rebocada e pintada; silhares de azulejos; molduras dos vãos, pilastras, frisos, cornijas e platibanda em cantaria de granito; portas, caixilharias e outras estruturas de madeira; pala metálica; algerozes metálicos; janelas e portas com vidros simples; cobertura exterior em telha cerâmica. |
Bibliografia
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«CP vende locomotiva histórica a um estrangeiro». In Renascença Online. 24 maio 2016 (http://www.pt.cision.com/cp2013/ClippingDetails.aspx?id=7ff98690-d53d-473a-832d-cc42297b732f&userId=2bb77c4f-7585-49a0-845b-68aae3a73f12), [consultado em 25 maio 2016]; Monografia das Estações e esboço corográfico da Zona atravessada pelos caminhos de Ferro do Minho e Douro. Lisboa: 1926; Relatório e Programa dos trabalhos a executar nas linhas do Minho e Douro e Sul & Sueste para as colocar em boas condições de exploração, Dezembro de 1929. Lisboa: 1930. |
Documentação Gráfica
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C.P.: Direcção Geral de Gestão de Infraestruturas, Arquivo Técnico |
Documentação Fotográfica
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DGPC: DGEMN:DSID |
Documentação Administrativa
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C.P.: Direcção Geral de Gestão de Infraestruturas, Arquivo Técnico |
Intervenção Realizada
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Observações
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EM ESTUDO |
Autor e Data
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Paula Noé 2005 |
Actualização
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